CEP: EN DEFENSA DE LA MORAL Y LOS PRINCIPIOS REVOLUCIONARIOS. POR UN TRIBUNAL MORAL INTERNACIONAL

 

Below we republish an appeal from Argentinean comrades of the Colectivo Emancipacion Proletaria who protest against the outrageous public slander by the FLTI leader Carlos Munzer who denounced them as "police agents". The RCIT has published a statement of protest (see below). We support the demand of the comrades to constitute an International Moral Tribunal.

 

 

 

* * * * *

 

CEP: EM DEFESA DA MORAL E DOS PRINCÍPIOS REVOLUCIONÁRIOS. POR UM TRIBUNAL MORAL INTERNACIONAL

 

 

 

Abaixo, republicamos um apelo dos camaradas argentinos do Colectivo Emancipacion Proletaria que protestam contra a calúnia pública ultrajante do líder da FLTI-CI Carlos Munzer, que os denunciou como "agentes policiais". A CCRI/RCIT publicou uma declaração de protesto (veja abaixo). Nós apoiamos a exigência dos camaradas de se constituir um Tribunal Moral Internacional.
 

* * * * *

 

EN DEFENSA DE LA MORAL Y LOS PRINCIPIOS REVOLUCIONARIOS. POR UN TRIBUNAL MORAL INTERNACIONAL.

 

 

 

Unas semanas atrás el dirigente Carlos Munzer de la flti-ci y loi-ci de Argentina lanzó unas tremendas calumnias y acusaciones morales en contra de mi persona y en contra del compañero Jacinto Suárez. En un chat de Facebook me acusa a mí, Chúcaro Ferreyra y a Jacinto Suárez, de ser policías y agentes de la UFI 8 de La Plata, una unidad de investigaciones de los tribunales de justicia de La Plata.

 

Hacemos un llamamiento a poner en pié un Tribunal Moral Internacional en defensa de nuestra moral y principios revolucionarios. Recurrimos a esto en virtud de que Carlos Munzer no nos dejó ninguna alternativa, -en primer lugar a mi como militante de la loi-ci ni al compañero Jacinto Suárez ex militante, más que apelar a este mecanismo proveniente de la tradición del movimiento revolucionario donde poder defendernos.

 

Hace más de 40 años que milito, muchos compañeros de otras corrientes me conocen. Como trabajador de la construcción fui varias veces delegado y parte de la lista Naranja, oposición al burócrata Gerardo Martínez. Jamás en mis más de 40 años de militancia alguien me acusó de policía o de haber entregado una lucha. Hoy mi honor de revolucionario fue mancillado por esa vil acusación de Carlos Munzer. Jacinto es un reconocido activista de la zona de Mendoza que militó durante años en esa corriente y tampoco pasó por algo semejante.

 

Por todo esto hacemos un llamamiento a los trabajadores y militantes revolucionarios, a las organizaciones obreras antiburocráticas y a las corrientes que defiendan la moral y los principios revolucionarios a ser parte de este tribunal, para que quede claro ante la vanguardia obrera que estamos siendo calumniados y atacados bajo falsas acusaciones. En ese tribunal se deberán presentar las pruebas los acusadores y los acusados y de ahí saldrá la verdad. Hacemos este llamado a todo aquel camarada que tenga una moral intachable a que sea parte del mismo para que se pueda volver a resignificar en el movimiento revolucionario la moral y los principios como cuestión que debe estar por encima de cualquier consideración política. 

 

* * * * *

 

 

 

 

 

EM DEFESA DA MORAL E DOS PRINCÍPIOS REVOLUCIONÁRIOS. POR UM TRIBUNAL MORAL INTERNACIONAL.

 

 

 

Há algumas semanas, o líder Carlos Munzer, do FLTI e LOI-CI da Argentina, lançaram fortes acusações morais contra mim e contra o colega Jacinto Suarez. Em um bate-papo no Facebook, ele  acusa a  nós , Chúcaro Ferreyra e Jacinto Suárez, de sermos policiais e agentes da UFI 8 de La Plata, uma unidade de investigações dos tribunais de Justiça de La Plata.

 

Fazemos um chamamento pela formação  de um Tribunal Moral Internacional em defesa de nossa moral e princípios revolucionários. Recorremos a isso pela razão de que Carlos Munzer não nos deixou alternativa , em primeiro lugar para mim como militante da LOI-CI ou para o colega Jacinto Suarez ex-militante, em  apelar para este mecanismo a partir da tradição do movimento revolucionário onde podemos nos defender.

 

Há mais de 40 anos exerço a militância,  muitos colegas de outras correntes me conhecem . Como trabalhador da construção civil  fui várias vezes delegado e fazia parte da lista laranja, que era oposição ao burocrata Gerardo Martínez. Nunca em meus mais de 40 anos de militância alguém me acusou de ser policial ou de haver entregado uma luta. Hoje, minha honra revolucionária foi manchada por esta acusação vil de Carlos Munzer. Jacinto é um renomado ativista da área de Mendoza que serviu por anos naquela corrente e também jamais passou por algo semelhante.

 

Por tudo isso, fazemos um chamado aos trabalhadores e militantes revolucionários, aos trabalhadores anti-burocráticos e às correntes que defendem a moral e os princípios revolucionários a fazerem parte desta corte, para deixar claro diante da vanguarda da classe trabalhadora que estamos sendo caluniados e atacados sob falsas acusações. Nesse tribunal, devem ser apresentados as provas tanto dos acusadores como  dos acusados  e a verdade virá. Fazemos esse chamado a todos os camaradas que têm uma moral impecável a fazer parte desse tribunal, para que a moral e os princípios possam ser ressignificados no movimento revolucionário como uma questão que deve estar acima de qualquer consideração política.

 

 

 

* * * * *

 

 

 

 

 

Protest against Stalinist Methods of Slander within the Workers Movement

 

Statement of the Revolutionary Communist International Tendency (RCIT), 24 June 2020, www.thecommunists.net

 

 

 

1.                   We have been informed that two former members of the Argentinean LOI (leading section of the FLTI) were accused in a public forum on social media by Carlos Munzer – the central leader of this organization – of being “policemen” and “agents of UFI 8 in La Plata” (an investigative unit of the La Plata courts). These two comrades, Chúcaro Ferreyra and Jacinto Suárez, are militants of the workers movement since many years with a known record as fighters in various class struggles. Munzer has not presented any proof for his accusations.

 

2.                   It is a well known method of Stalinism to slander political opponents of being “police agents”. The Trotskyists in the 1930s faced similar denunciations by the Soviet bureaucracy. The purpose of such accusations is simply to discredit militants and to destroy their political and moral honor.

 

3.                   The RCIT strongly denounces such methods. They are a gross violation of the most fundamental principles of socialism – not to speak about Trotskyism. We call comrade Munzer and the leadership of the FLTI to either produce any evidence for their vile accusations or to immediately withdraw them and to apologize to the two incriminated comrades in public.

 

 

 

International Bureau of the RCIT

 

 

 

Protesta contra los métodos estalinistas de calumnia dentro del movimiento obrero

 

Declaración de la Tendencia Internacional Comunista Revolucionaria (RCIT), 24 de junio de 2020, www.thecommunists.net

 

 

 

1. Se nos informó que dos ex miembros de la LOI argentina (sección líder de la FLTI) fueron acusados en un foro público en las redes sociales por Carlos Munzer, el líder central de esta organización, de ser "policías" y "agentes de UFI 8 en La Plata ”(una unidad de investigación de los tribunales de La Plata). Estos dos camaradas, Chúcaro Ferreyra y Jacinto Suárez, son militantes del movimiento obrero desde hace muchos años con un historial conocido como combatientes en diversas luchas de clases. Munzer no ha presentado ninguna prueba de sus acusaciones.

 

2. Es un método bien conocido del estalinismo calumniar a los opositores políticos de ser "agentes policiales". Los trotskistas en la década de 1930 enfrentaron denuncias similares por parte de la burocracia soviética. El propósito de tales acusaciones es simplemente desacreditar a los militantes y destruir su honor político y moral.

 

3. El RCIT denuncia enérgicamente tales métodos. Son una grave violación de los principios más fundamentales del socialismo, por no hablar del trotskismo. Hacemos un llamado al camarada Munzer y al liderazgo de la FLTI para que produzcan cualquier evidencia de sus viles acusaciones o para que las retiren inmediatamente y se disculpen ante los dos camaradas incriminados en público.

 

 

 

Oficina Internacional del RCIT

 

 

 

Protesto contra métodos estalinistas de calúnia dentro do Movimento dos Trabalhadores

 

Declaração Corrente Comunista  Revolucionária  Internacional(CCRI/RCIT), 24 de junho de 2020, www.thecommunists.net

 

 

 

1. Fomos informados de que dois ex-membros da LOI argentina (seção líder da FLTI) foram acusados em um fórum público nas redes sociais por Carlos Munzer – o líder central desta organização – de serem "policiais" e "agentes da UFI 8 em La Plata" (uma unidade investigativa dos tribunais de La Plata). Estes dois camaradas, Chúcaro Ferreyra e Jacinto Suárez, são militantes do movimento operário desde muitos anos com um registro conhecido como lutadores em várias lutas de classes. Munzer não apresentou nenhuma prova para suas acusações.

 

2. É um método bem conhecido do stalinismo difamar os oponentes políticos de serem "agentes da polícia". Os trotskistas na década de 1930 enfrentaram denúncias semelhantes por parte da burocracia soviética. O objetivo de tais acusações é simplesmente desacreditar militantes e destruir sua honra política e sua moral.

 

3. A CCRI/RCIT denuncia veementemente tais métodos. São uma grosseira violação dos princípios mais fundamentais do socialismo – para não falar do trotskismo. Chamamos o camarada Munzer e a liderança da FLTI a mostrar qualquer evidência de suas vis acusações  ou a retirá-las imediatamente e pedir desculpas aos dois companheiros incriminados em público.

 

 

 

Secretaria  Internacional da CCRI/RCIT