PALESTINA E O SIONISMO

A história da Opressão do Povo Palestino. Um Relato Crítico dos Mitos do Sionismo

 

Por Yossi Schwartz, Liga Socialista Internacionalista (Seção da Corrente Comunista Revolucionária Internacional em Israel / Palestina Ocupada), abril de 2019, www.thecommunists.net

 

Tradutor: Joao Evangelista

 

 

Conteúdos

 

 

 

Introdução

 

 

 

Parte I

 

 

I. Os Mitos Sionistas sobre os Judeus

 

O Mito Sionista: a Palestina pertence ao "povo escolhido por Deus"

 

O Patriarca Abraão

 

O Mito sobre Moisés

 

Rei Davi

 

O Povo do Segundo Templo

 

 

II. O Mito Sionista sobre os Palestinos

 

O Plano de Partição da ONU em 1947

 

Evidência Genética?

 

 

III. A Conexão Árabe com a Palestina

 

A Verdadeira História da Palestina

 

Os cristãos na Palestina

 

Palestina sob os muçulmanos

 

Os Cruzados

 

Palestina sob os otomanos

 

 

Parte II

 

 

IV. Colonização Sionista

 

Sionismo e Imperialismo Britânico

 

Os Confrontos de 1929

 

 

V. A Criação de Israel e a Expulsão dos Palestinos

 

A Guerra de 1948

 

O Objetivo Sionista na Guerra de 1948

 

O estalinismo apoiou a guerra reacionária de Israel em 1948

 

Os Refugiados Palestinos

 

Os Refugiados Judeus

 

 

VI. Israel como Estado Colonial  de Povoamento e a Resistência dos Palestinos

 

O Regime Militar

 

A Guerra de 1956

 

A Guerra de 1967

 

Por que a guerra?

 

Sozinho na guerra?

 

O "Milagre"

 

A Guerra de 1973

 

A OLP

 

As Frentes Esquerdas

 

Dia da Terra

 

A Primeira Intifada

 

O Acordo de Oslo

 

As Guerras no Líbano

 

A Ocupação de 1967

 

Gaza

 

 

VII. A Solução

 

 

 

 

 

Sobre o Autor

 

Yossi Schwartz nasceu em Jerusalém em 1945, de uma família com raízes na Palestina desde a década de 1760. Ele foi sionista de esquerda desde os 15 anos até os 20 anos. Em 1966, ele protestou contra a visita de Konrad Adenauer, o chanceler da Alemanha Ocidental, como parte da nova aliança de Israel com a Alemanha. Yossi protestou nesta visita com o slogan: seis milhões de vezes não, por causa das opiniões políticas anticomunistas de Adenauer, porque ele era um forte defensor da Guerra Fria e porque seu governo estava cheio de nazistas. Yossi foi preso durante a manifestação em Jerusalém depois de ser espancado por seis policiais. Ele foi acusado e considerado culpado de espancar seis policiais.

Isso o levou a começar seu estudo sobre a natureza do sionismo que o tornou um anti-sionista. Ele foi um soldado (um médico) no exército israelense e participou deste papel na guerra de 1967. Ele se opôs ao lado israelense e  fez propaganda contra a guerra israelense enquanto a guerra se desenvolvia. Depois de 1967 ele formou, juntamente com outras figuras de esquerda, a Nova Esquerda (Shiah) que se opôs à ocupação de 1967. Ele foi a primeira pessoa que levantou a bandeira nacional palestina na Universidade Hebraica em 1968. Em resposta a Golda Meir, a primeira-ministra de Israel que começou os novos assentamentos na Cisjordânia, ele organizou um assentamento simbólico em seu jardim em Jerusalém e foi preso por isso.

Yossi tornou-se trotskista em 1970 e tem sido trotskista desde então. Ele estava na lista negra em Israel e foi forçado a deixar Israel para sobreviver. Ele viveu no Canadá entre 1974 e 1998, onde se tornou advogado e ajudou muitos palestinos refugiados a escapar da brutal repressão dos palestinos por Israel durante a primeira Intifada a se estabelecer no Canadá. Yossi se opôs ao acordo de Oslo e o condenou como uma traição à OLP. Em 1998 Yossi retornou a Israel e desde 2003 ele apoia a ideia de um Estado democrático do rio para o mar – uma Palestina Democrática Vermelha. Isso será formado pelos trabalhadores e pelos fellahins como parte da revolução árabe. Tal Estado incluirá todos os refugiados palestinos que querem voltar e todos os judeus israelenses que estão prontos para viver como iguais aos palestinos.

Yossi é membro da Liga Socialista Internacionalista (Seção da Corrente Comunista Revolucionária Internacional [CCRI/RCIT] em Israel / Palestina Ocupada) e também é um dos principais membros da RCIT. Além disso,  é membro do Movimento ppor um Estado Democrático em toda a Palestina.